Julgai-me, ó Senhor, porque andei na minha inocência: * e, esperando no Senhor, não vacilarei.
Testai-me, ó Senhor, e tentai-me: * purificai-me os rins e o meu coração.
Porque a vossa misericórdia está ante meus olhos: * e com vossa verdade estou satisfeito.
Não me sentei no concílio da vaidade: * e não entrarei com os que praticam a iniquidade.
Odeio a igreja dos malignos: * e me não sentarei com os ímpios.
Lavarei as minhas mãos entre os inocentes: * e estarei, ó Senhor, ao redor de vosso altar.
Para ouvir a voz dos louvores, * e narrar todas as vossas maravilhas.
Senhor, amei o decoro de vossa casa, * e o lugar onde habita a vossa glória.
Não percais, ó Deus, a minha alma com os ímpios, * nem a minha vida com os homens sanguinários.
Em cujas mãos está a iniquidade: * e cuja dextra está cheia de subornos.
Eu, porém, andei na minha inocência: * salvai-me e tende compaixão de mim.
Meu pé esteve no recto caminho: * nas igrejas Vos bem-direi, ó Senhor.