Confitébor tibi, Dómine, Rex, et collaudábo te Deum, Salvatórem meum. Confitébor nómini tuo: quóniam adjútor et protéctor factus es mihi, et liberásti corpus meum a perditióne, a láqueo linguæ iníquæ et a lábiis operántium mendácium, et in conspéctu astántium factus es mihi adjútor. Et liberásti me secúndum multitúdinem misericórdiæ nóminis tui a rugiéntibus, præparátis ad escam, de mánibus quæréntium ánimam meam, et de portis tribulatiónum, quæ circumdedérunt me: a pressúra flammæ, quæ circúmdedit me, et in médio ignis non sum æstuáta: de altitúdine ventris ínferi, et a lingua coinquináta, et a verbo mendácii, a rege iníquo, et a lingua injústa: laudábit usque ad mortem ánima mea Dóminum: quóniam éruis sustinéntes te, et líberas eos de mánibus géntium, Dómine, Deus noster.
Quero glorificar-Vos, ó Senhor e Rei; quero louvar-Vos, ó Deus, meu salvador. Quero glorificar o vosso nome, porque fostes o meu sustentáculo e protector, e livrastes o meu corpo da perdição, do laço da língua iníqua e dos lábios daqueles que tramam a mentira; e na presença dos meus adversários fostes o meu auxílio. Livrastes-me, segundo a grandeza da misericórdia do vosso Nome, dos que rugiam, prestes a devorar-me; das mãos dos que procuravam tirar-me a vida; e das aflições, que me cercavam. Livrastes-me da violência das chamas, que me cercavam, no meio das quais não senti o calor do fogo. Livrastes-me do abysmo profundo do inferno; da língua impura; das palavras mentirosas; do rei iníquo e da língua injusta. Minha alma louvará o Senhor até à morte, porque Vós, Senhor, nosso Deus, livrais dos perigos aqueles que confiam em Vós, salvando-os do poder dos inimigos.