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Missal
Santos
11 13
S. Diogo, Conf., a 13 de Novembro
Nascido na Espanha, pelo ano de 1400, São Diogo abandonou tudo oque possuía (Ev., Comm.) e entrou em Arrizafa no convento dos Irmãos Menores, na qualidade de irmão leigo. Entregou-se com grande fervor à contemplação e recebeu de Deus luzes tão vivas que falava do céu de modo todo divino. Nas ilhas Canárias, o seu ardente desejo do martírio foi, em parte, satisfeito por toda sorte de tribulações (Ev.). De volta à Roma, no ano do jubileu sob o pontificado de Nicolau V, cuidou dos doentes, no convento de Ara Cæli, cumprindo esse dever com tanta caridade que, embora a fome desolasse a cidade, aos que foram confiados a seus cuidados jamais faltou o necessário. A paixão de Jesus era o assunto ordinário de suas meditações e orações. Sentindo aproximar-se o seu fim e tendo sobre si apenas uma velha túnica, toda rasgada, os olhos fitos na Cruz, pronunciou as palavras do hino sagrado: Madeiro e pregos dulcíssimos vós trazeis o mais suave dos fardos. Como é grande a vossa glória, pois fostes julgados dignos de carregar o Rei dos céus, e entregou piedosamente a alma a Deus. Era em Alcala de Henarez, no ano de 1463.
Como na Missa Justus ut palma,excepto:
Oração
Omnípotens sempitérne Deus, qui dispositióne mirábili infírma mundi éligis, ut fórtia quæque confúndas: concéde propítius humilitáti nostræ; ut, piis beáti Dídaci Confessóris tui précibus, ad perénnem in cœlis glóriam sublimári mereámur. Per Dóminum nostrum...
Ó Deus omnipotente e sempiterno, que com admirável providência escolheis o que há de mais fraco no mundo para confundir os fortes, concedei propício à nossa humildade que, pelas piedosas preces do B. Diogo, vosso Confessor, mereçamos ser elevados à glória eterna nos céus. Por nosso Senhor...