Em Pozzola, na Campania, diz o Martyrologio Romano, festa dos santos Martyres Januario, bispo de Benevento, Festo, seu diácono, Didier, seu leitor, Socio, diácono da Igreja de Misena, Proculo, diácono de Pozzola, Eutichio e Acucio que, depois de acorrentados e presos, foram decapitados sob o imperador Diocleciano (305). O corpo de S. Januario foi levado para Nápoles e honrosamente sepultado na igreja onde se conserva ainda o seu sangue, numa ampola de vidro. Quando colocam a ampola perto da cabeça do Santo Martyr, o sangue se torna líquido e ferve, como se acabasse de ser derramado. Esse milagre, conhecido com o nome de milagre de São Januario, renova-se ainda em nossos dias. O sangue conservado em duas ampolas de vidro, coagulado em forma de massa, vermelho escuro, aumenta de volume e de peso quando se torna líquido, fica de um vermelho vivo, enquanto que se cobre de bolhas a superfície, levando a dizer que entra em ebulição. O prodígio dá-se em três épocas do ano; durante as festas de Maio, que duram nove dias, a partir do 1º Domingo do mês; em Setembro durante oito dias, de 19 a 26 e em Dezembro no dia 16.