Rogo ergo imménsæ largitátis tuæ abundántiam, quátenus meam curáre dignéris infirmitátem, laváre fœditátem, illumináre cæcitátem, ditáre paupertátem, vestíre nuditátem: ut panem Angelórum, Regem regum et Dóminum dominántium, tanta suscípiam reveréntia et humilítate, tanta contritióne et devotióne, tanta puritáte et fíde, tali propósito et intentióne, sicut éxpedit salúti ánimæ meæ.
Invoco, pois, a abundância de vossas generosidades, que são sem limites, a fim de que Vos digneis curar a minha enfermidade, lavar as minhas máculas, iluminar a minha cegueira, enriquecer a minha pobreza, e vestir a minha nudez, de forma que receba o Pão dos Anjos, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores, com tanto respeito e humildade, com uma contrição e uma devoção tão vivas, com uma pureza e uma fé tão grandes, com um bom propósito e uma intenção tais, como o exige a salvação da minha alma.